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Você está ouvindo a Tribo do CI Podcast!
Tribo do CI Podcast, episódio 4 para o dia 27 do 8 de 2010, Arquitetura de Computadores.
Meu nome é Sheldon Led e meu cérebro funciona segundo a arquitetura de Von Neumann.
Meu nome é Alemão, sou o substituto do Sebastian Relson e neste podcast vamos falar sobre o que rola dentro do computador e como é trabalho.
Tribo do CI Podcast, episódio 4 para o dia 27 e do 8 de 2010, Arquitetura de Computadores.
Bom, como pessoal pode perceber aí, o podcast está sendo gravado todo o final do mês.
Então a gente decidiu ser eu mais o Sebastião Relson fazendo uma reunião ali e decidimos fazer dessa maneira nosso intuito é entregar o podcast toda a última sexta-feira do mês.
Pelo menos até o final do ano está projetado para ser assim.
No mês passado teve um atraso, a gente entregou no sábado e esse mês nós vamos tentar entregar no horário certo.
Mas eu não prometo, se vocês estiveram ouvindo e agora, no dia que não é o dia 27 de agosto, então vocês podem culpar na gente aí porque realmente é muito complicado.
É muito comum você ver pessoal da área de programação atrasar nos projetos aí.
Não vai ser diferente na hora das nossas coisas que a gente faz por prazer também.
Eu queria falar também que a gente gravou o podcast no meio do mês passado e ele foi entregue só quando já tinha voltado do Fizz.
Então ficou assim até às vezes um pouco desconexto assim, eu não tenho falado do Fizz sendo que eu já tinha ido e tinha voltado e no podcast não falei nada do Fizz.
Então está aí a explicação que é porque realmente a gente gravou bem no começo, mais ou menos no meio do mês.
E foi por causa disso que a gente não falou no Fizz. Fala sobre as gatilhas de lá no Fizz né?
Rapaz do céu!
Te contava aí, porque o povo fala lá do Rio Grande do Sul, realmente tem muita uma é bonita lá.
Quando eu cheguei lá eu ia fazer um álbum gigante com todos os meninos bonitos que eu vi esse lá e ia tirar uma foto e ia colocar no site.
Mas eu fiquei meio frusado que eu chegava em um, tanto é vergonha que a gente tinha coragem de pedir uma foto pra ela.
Mas para as modelas eu não tinha vergonha não, era fácil né?
É só namorada, por causa de só namorada né?
Ah não, mas ela sabe que eu sou fiel a ela.
Já aquela história lá da sua foto que você tirou sem dúzia de frio, você tirou o sonor da foto?
Não, aquilo lá foi o seguinte, o pessoal que me segue no Twitter aí viu lá que eu tirei a foto e coloquei no tweet pic,
deu sem dúzia de frio a 12 graus Celsius.
A verdade é que quando eu fui pra lá o pessoal fez tanta polêmica que lá tava tão frio, mas tão frio,
eu não ia aguentar só com dúzia de frio normal e tal.
E eu comprei um monte de dúzia de frio, levei pra lá e eu consegui ficar lá razoavelmente bem até os 10 graus Celsius mais ou menos.
Só que aí eu sempre tava de dúzia pra evitar que a temperatura caísse demais, eu não morri de frio lá.
Mas realmente a gente teve sorte, o pessoal que foi com fizes aí, que não acostumado com frio,
teve sorte que lá no Rio Grande do Sul, na semana anterior, já teve temperatura negativa lá.
Quando a gente tava lá, a temperatura tava bem agradável em relação aos outros dias, né?
Aí foi tão complicado lá.
Mas sabe o que eu mais gostei lá?
O que foi?
Rapaz, eu virei nerd verdade agora.
Ué, que história é assim?
Pois é, quem viu aí no YouTube eu lancei no Twitter também, eu lancei aqui no blog,
como muitas pessoas sabem, né?
Tem aquela teoria de que a pessoa só é nerd, se um outro nerd chama de nerd.
Aí eu usando a minha astúcia, eu fui lá no John Mad Dog How, que é o presidente da Linux Internacional,
ele tava lá e tava um cara, né?
Tá pensando o quê?
Aí eu fui lá e falei com ele, conversei com ele lá um pouquinho e tal, eu pedi pra ele falar.
Conselho, nerd!
Obrigado!
É um conhecimento de informática, você acha?
Isso é muito bom, até eu mesmo sou muito lumber nessa parte, então eu tô aprendendo, você tá aprendendo.
É igual aquela história, né?
Se eu tô ensinando, você tá aprendendo essas coisas.
Gente, quando a gente tem ensinando, a gente aprende cada vez mais.
Eu fuçando na internet esse negócio de podcast, eu acho um podcast que é bem iniciante mesmo,
bem pra pessoa que não tem nenhum conhecimento de informática, que é o papobjpenet.
A URL pra você acessar o podcast é http www.papo.bjpenet.com.br
Vai tá no post lá, você acessa o post do nosso podcast que vai tá o link lá embaixo pra você acessar.
Agora, vai realmente ver o e-mail, né? Teve um e-mail do Georgia.
A gente recebeu também um e-mail do Rafael Coltinho, parabenizando o podcast também, o nosso blog, todo o conteúdo, o podcast.
Muito obrigado e Rafael Coltinho.
Também recebemos um e-mail do Georgia, que a gente tinha comentado no podcast anterior, que eu tinha feito a paródia, né?
E aí ele esqueceu de mandar pra gente, ele mandou uma letra aqui, mas a gente não conseguiu aquele apoio de gravação pra gente disponibilizar e as paródias.
Mas estamos trabalhando nisso também.
O Georgian também falou, corrigindo lá que a gente falou sobre RIA, que é Reach Interface Application, que é aplicações de interface rica.
Na verdade, segundo Georgian, é Reach Internet Application, aplicações ricas para internet.
Então, aquela hora que eu tava falando lá no podcast, segundo Georgian, eu tava certo, que era Reach Internet Application.
Também ele falou assim que no segundo podcast a gente falou que o mundo vai acabar em 2012, e segundo ele, uma pesquisa realizada pela própria NASA devido à polêmica do caso,
provou que os cálculos anteriores estavam incorretos, mas não preveram o fim para 5.126 anos após o fim do último período do calendário Maya,
que foi calculado em 3.114 anos de crise, mas novas pesquisas provaram que o último período do calendário Maya foi depois de 2.000 anos de Cristo.
Sendo assim, o mundo está previsto para depois do ano 3.000.
Segundo o Georgian, isso foi explicado pelo Discovery Channel, pelo fantástico jornal da Globo e outros, e não é ele que tá inventando.
Eu sempre invento a desculpa, né? Quando tá perto de chegar na data, eu sempre invento a desculpa, igual que na época de 2.000.
Não sei se vocês lembram dessa parada de 2.000, que falar que o mundo ia acabar também.
Ah, é, lembra? Lembra? Você não teve um pessoal aí que se matou, tá?
Pois é.
E aí, sempre acontece essas coisas mesmo. O mundo já era pra ter acabado umas 10 vezes até hoje não é nada.
Eu só enviei de esperar o mundo acabar, porque eu quero inventar a história.
Quanto a 21 de dezembro de 2012, segundo o Georgian terminando a explicação dele,
ocorrerá um alinhamento dos planetas no sistema solar contra o Sol, causando uma eclipsa solar, o mesmo que ocorreu em agosto de 1998.
O resultado disso é alguns meteoros na Terra devido à perda da proteção de Júpiter, que não os deixa cair na Terra.
Uma pequena alteração no eixo da rotação da Terra, e a destruição de alguns satélites como ocorreu antes.
O máximo que pode ocorrer é a queda no setor de comunicação e perjuízo de alguns milhões para muitos empresas, o resto do planeta ficar inteiro.
Ou não.
Ah, essa parada deve ser o alinhamento das estrelas de Cucã, quem assistiu Tatarugas Ninjas 3 e vai entender que eu falei.
Como eu não assisti, então não entendi.
É beleza.
Então, fiquem espertos.
O fim está próximo.
E eu queria pedir para o pessoal ir mandar o feedback dos nossos podcasts sobre o blog inteiro.
O email é [email protected]
E para você mandar o feedback dos podcasts, é o podcast www.arrobatribudosci.net
Então, a gente disponibilizou tanto o e-mail do nosso site quanto o e-mail do Gmail também.
Porque tem alguns ferramentos do Google que são mais fácil de trabalhar com o e-mail próprio deles mesmo.
Então, a gente disponibilizou, assim, os dois e-mails também, porque às vezes a gente fica online pelo getal e tal, e todas as coisas estão lá.
Então, agora vamos para a segunda parte.
Introdução, parte teórica e ideológica.
Então, vamos lá. Agora a gente vai para a introdução, né?
A primeira coisa que eu quero falar aqui nesse podcast é como que surgiu a necessidade de um computador.
Você sabe como foi?
Olha, véi, dizendo para o meu professor do primário, ela me falou que na época de Cristo o povo tinha as ovelhinhas, aí contava nos pausinhos e tal.
A gente tinha a necessidade de gravar essas informações em algum lugar para saber quando as ovelhinhas sim.
É isso aí?
Bom, basicamente, essa é mais a história para crianças, assim, pessoal que tem pouco conhecimento do mundo ainda, né?
Porque, na verdade, o computador, como você vê hoje, ele é um... o surgimento dele deu-se da necessidade que é uma breve história que eu contarei para vocês agora.
No início, havia-se a filosofia.
Com o aumento da quantidade de conhecimento, houve a especificação das áreas de pesquisa surgindo à física.
Com o crescimento da física e seus cálculos complexos, surgiu a necessidade de pessoas especializadas em matemática.
Porém, os cálculos precisavam ser calculados mais rápidos e com menos eras,
por da onde surgiu-se a informática, que seria informação mais matemática.
Isso é anotado ao ver que os primeiros nomes da história da informática eram nomes de grandes matemáticos,
pois os especialistas em informática foram surgir apenas imerrados de 1970.
Então, como vocês podem ver nessa história, foi basicamente isso aí que aconteceu.
E vocês podem ver como eu falei na minha frase de inicialização,
John Von Neumann foi um dos primeiros, vamos dizer assim, um dos primeiros Vicks da área da informática.
Então, a gente não vai citar pouquíssima coisa sobre a história da informática,
porque nós cremos que um dia nós vamos fazer um podcast bastante completo sobre a história da informática.
John Von Neumann também foi o idealizador da máquina, como vocês veem hoje,
uma máquina que tem processador, placa-mãe, memória, foi a partir dele que surgiu esse conceito.
E ele era um matemático, você sabia?
Não, eu não sabia.
Pois é, eu achava que lá era o DJ.
Ah, me vambiu.
Ah não, é Von Neumann.
Nada a ver.
Pois é.
Então, a criatura básica de um computador, funcionamento básico, você sabe como funciona?
Sei não, eu explico mais nada.
Então tá bom.
A entrada de dados, funcionamento básico do computador é basicamente o seguinte,
você entra com os dados, ele processa os dados e saia alguma informação que você deseja.
Simples, né?
Demais, eu não sabia que era tão simples assim.
Tudo aquilo que você vê, que você gasta 3 mil reais para comprar, basicamente isso aí.
Você entra com os dados, ele processa os dados e sai informação.
E isso aí, você pode ver assim, às vezes você pensa, ah, mas eu estou assistindo o filme,
eu nem estou entrando com dados, nem nada.
Mas tudo que você, por exemplo, para você assistir um filme, você teve que entrar com os dados,
que eram os arquivos do filme.
O processador teve que processar a imagem do filme, teve que mandar para a placa de vídeo,
ser processado para mandar para o monitor para desenhar a imagem na tela.
Então tudo isso aí, você entrou com os dados, houve um processamento ali dentro,
e ele devolveu o filme com o áudio e vídeo para você assistir e se divertir com a sua namorada.
Hmm, é, tá vendo aí?
Ah, mas, e se eu estiver digitando lá no meu computador, e quando ele faz bam,
é saída de informação ou é saída de erro?
Ah, então às vezes acontece o seguinte, porque o computador, assim como todo sistema,
ele tem duas saídas, ou é saída desejada ou uma saída de erro.
Isso é bastante estudado na matéria de cálculo numérico,
onde você calcula exatamente, até certo nível de precisão,
onde o seu sistema vai dar um erro, certo?
Hmm, agora eu entendi.
As duas palavras que a gente mais ouve falar de computador,
é hardware e software.
Você sabe o que é hardware e software?
É hardware que você chuta e software que você tira.
Eu ouvi bastante falar, essa brincadeira aí que o pessoal faz,
mas pra falar a verdade, eu só xingo mesmo quando eu tô usando Windows.
Hahaha, brincadeiras à parte.
Então, mas o meu monitor eu xingo e bato nele?
Não, tem gente que bate no monitor, pensando que vai adiantar alguma coisa,
mas pra quem usa computador, eu já tenho dois anos que eu não uso computador,
eu só uso notebook, mas tem gente que vai usar o computador,
aquelas telões de CRT.
Quase todo mundo, assim, que não tem muito conhecimento de informática,
pensa que a parte principal do computador é o monitor,
sendo que não é o monitor, a única coisa que ele faz é jogar imagem pra você.
O que fica mesmo, o que é o computador mesmo, é o gabinete,
que as pessoas costumam chamar de CPU.
É, tanto é que você pode mexer no computador com monitor desligado,
você puder saber o que você fez com monitor desligado,
aí você vai ver que não precisou de um monitor pra você mexer nele.
É isso, cara. Eu já fiz isso já.
Eu já brinquei de ficar mexendo com o computador sem monitor.
Um dos conceitos básicos do computador também
é a arquitetura chamada de código binário, ou números binários.
Meu computador é digital, ele só tem dois níveis de compreensão,
que é o 01, que são os códigos binários,
que seria basicamente 0V e 5V, 0V e 3V.
Na verdade, 3V até 7V ele entende como 5V,
e pra baixo de 3V, até menos 1V, mais ou menos,
ele entende como 0V.
Ele é igual a esse aí, pra não ter problema, porque imagina,
às vezes, dependendo do jeito que sua fonte leva energia pra placa mãe,
vai entender uma informação diferente e tal,
aí você pode ter problema também.
Então, ele é igual a esse aí, pra ele,
ele só entende o 01, que é 5V, e o 0, que é 0V.
O que vier perto de um ou perto de outro, ele arredonda,
pra facilitar o conhecimento, pra facilitar também na hora de trabalhar.
Eu imagino, um engenheiro de computação,
foi mexer lá na arquitetura do computador,
e ter que ficar pensando em cada tensão que vier diferente,
seria bastante complexo, e seria impossível ser conversar
na minha ciência do que sua tia.
E aquelas paradas das letrinas descendo o Matrix,
aqui lá, seria pra representar os alienes,
aquele negócio do Matrix lá, que lá foi bem na época
que o Linus sentava no auge, né, porque o Matrix 1,
ele foi lançado no ano 2009, foi no cinema.
A interface gráfica do Linus foi crescendo muito depois,
não muito depois, mas ele ficou mais...
O que o Linus era pra servidor, né?
Então, ele não precisava de uma interface gráfica muito legal.
O pessoal usava mesmo uma interface de texto mesmo,
que é o Shell.
Então, o Matrix ele dava a entender esse aí,
que o pessoal usava só a interface de texto,
e não precisava de interface gráfica.
Pra você, como o pessoal que tava fora da Matrix,
era considerado os hackers da Matrix,
e hacker México-Linus,
então eles queriam identificar mais ou menos isso aí.
Aí, eu tô só hacker, tô...
Vai, desde que você tenha um conhecimento avançado,
não muito avançado, mas que seja um pouco acima do nível,
é hacker, você sabia que hacker aí?
Eu achava que hacker era quem sabia hacker MSN,
o culto, você faz isso aí.
Não, pelo amor de Deus, não, cara, não mesmo.
Quem pensa que hacker é aquela pessoa que faz códigos malignos,
tipo invadir sem alguma coisa assim,
pegar sendo os outros,
esses tipos de programas que fazem essas coisas,
não são hackers.
Pelo amor de Deus, não pensem isso.
A palavra hacker, ela vem pra definir uma pessoa
que sabe muito sobre uma determinada coisa.
Ou seja, se você sabe muito costurar,
você é hacker da costura.
E assim vai.
O conceito de hacker é mais ou menos assim,
hoje, depois, no século XXI e tal,
aí o conceito de hacker foi só pra área da computação, né?
Só que, na verdade, o pessoal tenta...
Tem pessoas que defendem hacker como simplesmente a pessoa
que entende bem, e as pessoas que usam a inteligência
pro mal são os crackers.
Tem pessoas que não, que pensam que hacker
é o cara do mal mesmo, e tal.
Sem variando de pessoa.
Agora, ao meu ver, hacker é aquela pessoa
que simplesmente sabe bem.
Da área da computação.
Vamos deixar de papo, vamos continuar
com a edificação da arquitetura.
Bom, mas não sei se você já explicou,
mas como é que o computador
ele interpreta o 0 e o 1?
O que cada um faz?
O que o 0 representa, o que o 1 representa?
Ah, tá.
Então, o computador, ele entende 0 e 1.
Só que é impossível você trabalhar com 0 e 1 apendo.
Então, a pessoa, o computador, ele agrupa,
faz agrupamentos de 0 e 1
e formam os outros códigos,
que são os níveis assim.
Então, o 0 e 1 é a linguagem de máquina.
Depois, da linguagem de máquina,
você tem a linguagem, a primeira linguagem
de baixo nível, que é o assemble.
Através desse linguagem, você pode programar
os dispositivos que tem no computador.
E aí, sim, você pode realmente mexer
com o computador a um nível mais humano.
E assim, você pode conseguir fazer
o seu computador trabalhar da forma
que ele realmente trabalha.
Porque o computador, na verdade,
ele somente entende 0 e 1.
Ele somente soma e subtrai.
Tudo o que o computador faz,
através de zeros e uns,
agrupados de diferentes formas,
e operação de soma e subtração.
Mas você pode pensar assim,
ah, mas e a raiz quadrada?
Ah, mas e as outras, sei lá,
logaritmo, multiplicação, divisão.
Por exemplo, a multiplicação,
elas são somas consecutivas.
A divisão são serviderações consecutivas.
Então, o computador, ele só entende si.
Porque, através dessas duas operações básicas,
você pode montar qualquer outra operação
dentro da matemática.
Ah, agora entendi.
Mas o zero, ele é representado
como sim ou não?
Você tinha falado mais ou menos isso,
um golinho?
Isso depende muito da implementação.
Você pode identificar o 1 como não,
o zero como sim.
Defende da pessoa.
Mas existem padrões para desenvolvimento.
E é padrão que o zero,
ele é considerado como não,
e o 1 como sim.
Até mesmo o seu comportamento na arquitetura básica,
que o zero é ausência de energia,
e o 1 existe energia dentro.
Quem vê número binário,
zero e um, pode achar bastante parecido
com um conceito de programação,
que são os números boleandres.
Na verdade, o número boleano,
ele trabalha bem semelhante
com os zeros e uns.
Ele só tem duas opções,
o verdadeiro ou o falso.
Assim como o código binário,
ele trabalha com zero e com um.
Então, é isso aí que você pode ter
como semelhança da linguagem de programação
de alto nível para uma de baixo nível.
Quem não sabia, o Únix,
de primeiro, foi feito em linguagem de baixo nível.
Eu prometi que não ia falar de história.
Então, não vou falar história,
mas é esse mesmo.
Vou deixar um sabor
no ar de história do Únix,
no caso que o Únix foi feito
a princípio com a linguagem de acêndio.
E depois,
Vennus Rich e o Ken Thompson
se transportaram o Únix todinho
para a linguagem C.
E aí foi quando surgiu o software livre,
que foi deixando essa história
para o próximo podcast.
Então, todo podcast a gente fala
que vai ter uma história sobre outro podcast.
Eu acho que, antes que vem,
a gente vai pegar esse podcast desse ano
que vem em terim.
A gente falou que o computador
tem três níveis.
Entrada, processamento e saída.
Geralmente, quem faz o primeiro período
de alguma cuja informática vê muito isso aí.
E agora, quem não faz,
às vezes fica entendendo por que
entrada, processamento e saída,
como funciona esse aí.
Então, vamos falar agora sobre os dispositivos de entrada.
Entrada
É como você entra dados no computador.
Então, vamos ver várias formas
de como entrar dados no computador.
Para você gerar entrada
de processamento
para dentro do computador,
você pode usar vários dispositivos
que alguns são bem padrões.
Sem ele, você não tem como entrar
dados dentro do computador.
A não ser que você chute ele
ou dê uma carga de energia bem forte.
Você vai estar entrando dados.
Lembra aquela frase
que você chuta.
Qual seriam as peças
que a gente entra
dados no computador através dessas peças?
Bom, há mais padrão
que eu acho que todo mundo conhece,
que é impossível não conhecer o teclado.
É um chip, uma placa
com vários entradas,
vários circuitos, que você quando
tecla, ele manda um
sinal para o computador
usar aquela tecla, e se você tiver
monitor, tiver um editor
de texto aberto, por exemplo, ele vai
aparecer a tecla que você digitou.
Tem o mouse também, que historicamente
se juntou ao teclado para auxiliar
no processamento de entrada de dados.
Especialmente usado
para interferir esse gráfico.
Dependendo do programa, o seu uso
precisa de só de um teclado. Agora tem
programas como o Photoshop, por exemplo.
É impossível você fazer alguma coisa no Photoshop sem um mouse.
Eu consigo.
O scanner
é um periférico de entradas responsável
para digitalizar as imagens.
Ou o que o povo diz é
escanhar a imagem.
Fotos, textos, impressos,
tudo que cabe dentro do scanner
você pode mandar para o teclado com o talão.
O scanner, ele faz o processo
inverso da impressora.
O scanner é o dispositivo de entrada
e o impressora é um dispositivo de saída.
Hoje, o scanner
vem junto com a impressora, que são aquelas impressoras
multifuncionais.
Tem o scanner que você entra dados no computador
tem a impressora que tira dados no computador
e tem as impressoras
multifuncionais.
Tem a opção de você tirar a cópia na hora
de um documento, por exemplo.
É, que ao invés de mandar para a tela
você manda com papel
o xerox.
É o microfone que a gente está usando
para gravar o podcast.
Converte o som
em dados elétricos
para dados digitais.
O microfone
transforma dados analógicos
em dados digitais.
É um conceito bastante interessante
que é bastante falado na computação.
Dado analógico, você sabe o que é um dado analógico?
O que é o mundo analógico e o mundo digital?
O que eu sei é o relógico
que tem no ponteirinho.
O relógico do ponteiro
pode ser usado como exemplo
para ilustrar essa diferença entre
o mundo digital e o mundo analógico.
Tem aqueles relógios
quando você está passando
um ponteiro de 1 minuto, você não sabe
se é 1 minuto, 2 minuto, 3 minuto.
O ponteiro, ele vai passando ali
ele passa por vários pontos.
Você não pode identificar se é
realmente 1 minuto em ponto
ou se é 2 minutos em ponto
ou se é 1 minuto e meio. Não tem como descrever
aquilo ali. Agora no relógio digital
você vê que lá é 2.
Quando está 2, então é 2 minutos, independente do segundo.
O mundo analógico você pode ver da segunda forma.
Por exemplo, é aquela teoria matemática
que entre o 0 e o 1
ou entre o 1 e o 2 existe
infinitos números. Entre 1
e 1,1 existe infinitos números.
Aí eu vou falar de teoria matemática
que senão eu vou assustar também, né?
É, porque eu já não estou entendendo mais nada
do que você está falando.
Então eu só vou encerrar aqui.
No mundo analógico você
não tem precisão de
tamanho. Por exemplo, ele pode ter
se você mede com a régua 10 centímetros
na verdade ele pode ter 10 centímetros
1,1,2,3,3,3 infinitos números
depois da vígula de milímetros
por exemplo. Então você não pode
medir precisamente. O mundo
digital ele cria
essa precisão. Você tem
a precisão do 0 e 1, não tem
espaço, ele é 0, ou é 1, ou é 2,
ou é 3. Então essa é a
diferença entre o mundo digital e o mundo analógico.
A nossa voz, ela é gravada,
ela é um formato analógico.
Quando você passa ela para o computador
ela entra no formato digital.
E é isso que acontece, porque o computador
só entende o mundo digital.
A gente esqueceu de falar sobre o
todoscreen, você poderia falar sobre
o todoscreen, por que com um monitor
normal você clica e não funciona?
Então o todoscreen ele é bastante
novo assim na área. Eles dizem 3 tipos
de todoscreen. Eu vou falar assim
do que é mais comum e
também o mais fácil de explicar. O monitor
ele é constituído de um painel de
vidro normal recoberto com uma camada
metálica, condutora e outra
resistiva. Aí essas duas camadas
são mantidas afastadas por os
passadores e uma camada resistente
a riscos é colocada por
cima de todo o conjunto.
Uma corrente elétrica passa através
das duas camadas enquanto o monitor está
operando, no caso. Quando o usuário
toca a tela, aí encosta uma camada
na outra, porque ele tocou na tela
e vai diminuir o espaço e encosta
Então ali, a malha que tem no monitor
ela reconhece que se tocou
e ali, naquele ponto
é exato. Por exemplo, no ponto 33
do campo x e 20 do
campo y. Então ele considera
aquele campo ali, aquele ponto
ali no software, significa
tal coisa. Aí
ah, então o monitor tem
um software ou o próprio
computador faz esses dados?
Não, o monitor ele faz
todos esses calcos. O que
o software precisa entender só
é como manipular quando o usuário
toca naquele ponto ali.
Se você pegar um seu operacional
que não tem suporte a todoscreen, ele
não vai funcionar o todoscreen, porque
ele não vai entender o que você está
clicando. Ele vai receber aquele sinal
e não vai entender. Vai receber
aquela entrada, porém ele é incapaz de
processar aquela entrada. Ah, então
o todoscreen funciona mais ou menos igual ao
mouse? É, quase igual ao mouse.
O software do mouse é mais ou menos
um mouse e você
percorre o mouse e clica
com, você clica nele.
O todoscreen, ele não tem
a opção de percorrer. Você só
simplesmente clica, determinado ponto.
Ah, entendi.
É, temos aqui também as mídias removíveis
CD, DVD.
Ah, o CD, DVD, CD, DVD.
Disquete, pendrive, etc.
Essa classe
é armazenamento
secundário, porém removível
ao contrário do HD. Por que ao contrário do HD?
Porque o HD não é removível, né?
Ah, mas se você arrancar
do cabuflete, ele remove.
Se você arrancar seu braço, ele sai também.
Em seu corpo.
Obrigado.
Bom, agora vamos falar
sobre os dispositivos de saída.
Que é a saída. Tenho
a entrada, o processamento
e a saída. A dispositiva de saída
são quando você já tem os dados
processados e ele já vai te devolver
uma informação. Como quem está usando
computador geralmente é um ser humano?
Então, os dispositivos de saída
se prendem
aos sentidos humanos, né?
Que é visão, audição, tato.
E infelizmente, ainda está em pesquisa
dispositivos de saída
para cheiro, né? Que tem
projetos para criar televisão com cheiro e tal.
Mas isso ainda não está
no mundo comercial ainda, né?
É, eu vi esse projeto, parece que foi em
2002, 2003,
essa televisão de cheiro até hoje
eu não vi no mercado. É, porque
tem coisas que são bastante complexas
e não dá para implementar no mercado tão
rapidamente.
Às vezes, pode ser até alguns protótipos prontos.
Às vezes, o pessoal pode até mandar em neve
e falar, já tem isso pronto, não sei o que.
Realmente, mas no mundo comercial, que é um mundo
onde você pode ir lá no mercado, independente do preço
e lá comprar, eu ainda não tenho notícia
de que existe aparelhos que exploram
esse sentido humano do cheiro.
Sim, os dispositivos de saída
aprendem a visão, a audição, então
tem o monitor, né? Que é onde você vê
as informações saindo, a caixa de som,
o headphone, que é o que você escuta,
uma música, uma fala, qualquer coisa do tipo
e tem a impressora também. Quando você
precisa de um documento e tal,
uma foto, qualquer coisa que você
precisa de guardar de forma
permanente,
você usa a impressora, que ela
vai pintar um papel e
ali você vai usar esse papel para alguma coisa.
É, igual nós falamos anteriormente
a xerox, né? E a xerox
é como se fosse um dispositivo de entrada
e saída. As impressoras
tem vários modelos, acho que a mais
conhecida que tem em trabalho do mundo comercial
é aquela de...
Como é que eu não dou? Aquela é a matricial,
que são as impressoras de impacto.
Elas baseam no princípio
da calcação, por exemplo, você colide
uma agulha, uma fita de tinta,
aí ele vai reproduzir os caracteres
e sai na impressão,
que geralmente você vê nos mercados
aí. Elas têm um interessante
por elas ser de impacto, elas podem
imprimir em dois papéis ao mesmo tempo,
sem os benefícios de se ter um impressor
impacto. Também a impressora já de tinta,
que eu acho que é a mais conhecida,
mais do que a matricial,
que tem dois cartuchos,
geralmente, ele joga as tintas,
as gotinhas de tinta, bem minúsculos
até formar
pontos claros, pontos escuros e até formar
por um todo a imagem,
do jeito que você quer, imprimir.
Esse é o processamento
que o computador
faz mais impressora,
que regula o tanto de tinta que cai
e, também, determinado ponto
da folha.
Você quer design, você tem que explicar
as paradas, hein? Eu não sou muito bom
para explicar.
Bom, as impressoras
são laser, são de laser
literalmente, praticamente,
queima o papel,
mas, assim, elas são um pouco mais caras
pela sua
qualidade e tudo mais
e são usados muito
para aqueles banners.
Impressora térmica, o que
que é a impressora térmica? Eu não gostaria de falar, não?
Impressora térmica são aquelas impressoras
usadas para imprimir notas fiscais.
A própria nota que se dá mesmo, que elas saem
em papel marélinho, porque o papel marélinho
é o papel térmico, ali a impressora
ela aquece o papel
em determinados pontos e vai formando
o que você quer, né? Geralmente são só
palavras.
E elas são as melhores
questão de benefício,
que elas são mais rápidas, mais econômicas,
mais silenciosas que os outros modelos.
Porém, o que ela peca
é que o papel rapidamente
vai perdendo, vai desbotando, aí você
tem que utilizar outro tipo
de mídia para armazenar
o seu documento. No caso, geralmente
a pessoa tira xérex numa impressora
a laser, né? Para manter,
a laser é imprimida no papel, então
fica de
teoricamente, né? Eternamente, mas o papel
não dura eternamente, então
fica ali por um período maior.
Ah, que esse papelzinho de cedo
que ele tem que imprimindo nos bancos, né?
É, sim mesmo. Ah,
os olhos é para outra coisa.
É, né? Papelzinho de cedo,
entender, né?
Contar sua mãe sabe.
Ela não vai ouvir mesmo.
Então, agora vamos
final. A gente falou
entrada, processamento e saída, né?
Então, a gente falou de entrada e saída, agora
vamos falar de profissão.
O computador, na verdade,
ele constitui
basicamente na placa mãe, né?
O computador mesmo. A parte principal do computador
que o resto são dispositivos, como vocês viram, né?
O restante do computador
são dispositivos de entrada, dispositivos de saída.
O computador mesmo é a placa mãe.
É aquilo que está dentro do
gabinete. Tem que ser placa rainha, né?
Tem que dar uma nas formiga.
Não é a placa mãe, porque era a mãe de
todos. Mas por que ela
tem esse conceito de
nome de placa mãe?
Porque não é outro nome, e tal. Então,
a placa mãe, ela foi um conceito
de IBM, quando ela lançou o IBM PC
e tal, como também o
nome PC foi criado pela IBM também.
Que é o personal compira, né?
E esses dois conceitos, que são
placa mãe e PC, foram
difundidos no mercado.
Quando a IBM, principalmente
o conceito de placa mãe, foi
é... o mercado
se difundiu mais quando a IBM abriu
seu projeto. Aí o pessoal viu como funcionava
a arquitetura da placa mãe, e começou a
desenvolver. Aí ela é a placa
mãe, sim, porque a mãe, geralmente,
ela que... o pai, geralmente
o pai não consegue cuidar de todos os
filhos. Um dos conceitos
de ser placa mãe, é que, por exemplo,
o pai não consegue
conter todos os filhos, não consegue
cuidar de todos os filhos. Às vezes, ele rapidinho
estresse e tal, não quer nem saber. Agora, a mãe
não, a mãe sempre... é igual a
que ela é ditada, é coração de mãe, que sempre cabe mais um.
Então, a placa mãe, ela abriga todos
os componentes, abriga os slots
das outras placas, é, a conexão
com todos os outros placos
e todos os outros dispositivos
e é onde que ela abriga o processador, também.
Então, assim, a placa mãe
recebe o nome de mãe por causa disso, por causa
daquela coisa de todo mundo sozinho.
Querem mais ou menos isso. Ah,
aqui que é um slot, hein? Pra mim, slot é um
doidão que tá na esquina, que eu conheci,
é muito louco. Slot é...
são entradas
para modos para expandir a capacidade
da placa mãe.
Por exemplo, se você tem uma placa mãe
e você... antigamente
você não tinha, por exemplo, a placa mãe
vinha sem...
sem comunicação de rede.
Aí você comprava uma placa de rede, colocava na mãe,
é a parte de então, ela tinha
a capacidade de comunicar
pela rede. A arquitetura
do computador, ela é baseada na
arquitetura de Von Neumann.
Porque Von Neumann criou essa
arquitetura que é usada até hoje.
Que ela é caracterizada pela possibilidade
de uma máquina digital armazenar
os programas no mesmo espaço
de memória que os dados. Ou seja, você tem
ali no HD, ao mesmo tempo que você tem
seus arquivos, você tem um programa.
Quando você vê lá alguma coisa, ponto XZ
quando você tá no Windows, né? Você vê
alguma coisa, ponto XZ, que lá é um
programa. Você pode executar, dependendo
da finalidade do programa, ele vai executar
o que ele tem que fazer. E essa arquitetura
ela é dividida
em alguns tópicos básicos, que é a memória
que ela...
a memória do computador
é no caso falando da memória principal,
né?
Que a gente geralmente fala memória RAM.
Que ela é basicamente assim, ela é
como se fosse uma mesa de escritório.
Você tá no escritório,
aí tem um HD que seria a estante, por exemplo.
Aí na estante ela é armazendo todos
os seus livros. Aí você quer letar
o livro, você vai lá na estante, pega o
livro e coloca em cima da mesa.
Aí você precisa de outro livro, você vai lá
na estante, pega outro livro e deixa o antigo
em cima da mesa, porque você vai precisar dele
Então assim, o que você vai deixando na mesa
seria a mesma coisa que você
dos programas que estão em execução
que você vai guardando a memória RAM.
Que aí você vai trabalhando com ele durante
o uso do seu computador. A memória RAM
ela é volátil. Quando você desliga
o computador, ela
também perde o seu... tudo
que tá armazenada dela, some.
Aí o que tinha no seu computador,
o que tem no seu HD,
o HD não é volátil. Então você pode
desligar, pode tirar o seu HD,
você vai continuar lá.
Mas não é aconselho de tirar o HD
com ele ligado, com o computador ligado.
Não é aconselho de tirar nenhuma peça do
computador com o computador ligado.
É, menos o pedraio, o CD.
É, mas isso aí são mídias removidas.
É, desculpa.
Como o próprio nome já diz, você pode
remover. Não, mas voltando
a aquele conceito lá
da mesa, da estante,
cara, eu acho interessante,
tem razão, vou te chamar
de nunca ter vençado do ângulo desse jeito,
digo. Ah, desse jeito eu fumei cinco
dos nojados.
Pois é.
Além da memória principal,
tem também a ULA, que é a unidade
lógica aritmética,
que é a unidade que realiza os cálculos.
Tem a CPU, que é onde
executa os programas,
ela processa os programas,
e tem os registradores.
Olha, cara, mas como assim,
pra mim, a CPU é aquela caixa
toda, que tinha no HD, do lado do
dentro. Pois é, o grande erro
do pessoal pensar é que
a CPU é aquela caixona, que fica
já no meio do lado, que vem junto
com o monitor, né. Mas não, que lá
o gabinete. Dentro do gabinete tem a
placa mãe, todas essas
parafernagens que a gente falou, que fica
lá dentro do gabinete. E a CPU,
ela é um pedaço
do processador, sabia disso?
Não, sabia não.
Tem gente que pensa,
quando o pessoal pensa
que a gente pensar
errado dizendo que a CPU
é aquela caixona, tem gente que pensa
errado pensando que a CPU
é o processador. Mas não, o processador
dentro do processador fica a CPU, os
registradores, a unidade de controle
e a unidade lógica aritmética.
Tudo isso fica dentro do processador.
E você pensa que o processador é daquele
tamanho, mas você já reparou que dentro do
processador, quando você tira ele da placa mãe
com um negócio preto lá no meizinho?
É, já vi sim. Então, que lá
apenas o que o lá é o processador.
Nossa, mesmo?
Achei que era aquela caixona de todo dia.
Que lá é o seguinte, é porque
o processador, ele tem,
ele precisa de fazer várias comunicações. Como
ele é o centro da máquina,
ele precisa de comunicar com a placa
mãe inteira. Então, ele precisa de
vários pontos de comunicação. Então,
por isso que ele é maior, porque
só aquele bichinho daquele tamanho
estava para fazer aquele monte de pinim.
Então, eles estenderam para fazer
os pinos com um pinim no tocar no outro.
Então, só para terminar aí,
a gente falou sobre a memória, né? Sobre a
ula, que é a unidade lógica aritmética.
A CPU, que na verdade seria
o CPU, que é a unidade
central de processamento, é o CPU.
Mas eu acho mais legal a sigla inglesa,
que é a CPU, que seria
Central Process Unit.
Tem os registradores, que eu não expliquei
ainda. Lembra que eu te falei
no exemplo da mesa do escritório?
A mesa do escritório,
imagina você,
toda hora, você tem que ir lá na estante
pegar e voltar, e lá na estante
pegar e voltar, e você vai organizando
ali na sua mesa, e vai ficando
cada vez mais complicado de organizar
seus livros em cima da mesa.
Acho que eu já estou entendendo.
Aí, entra o estagiário, né?
Então, o estagiário,
na verdade, o estagiário, você pede
para buscar os livros na memória RAM,
por exemplo. No caso de estagiário,
você pediria ele para buscar o livro
na estante.
E trazer para você.
Quem faz esse trabalho de estagiário
no computador, são os registradores.
A CPU,
ela se desenvolveu muito mais rápido que a memória.
E a memória, inclusive,
ela é muito mais neta que o CPU.
Então, às vezes, acontece do CPU ficar
ocioso. Então, o que o pessoal fez?
Fez a memória cache,
que é uma memória rápida e
mais olátil. E fez
registradores.
Esses dois são memórias
que ficam dentro do registrador, que auxiliam
a velocidade
de tráfico entre a memória RAM e o processador.
Para facilitar para o processador
ficar cada vez menos tempo
ocioso.
Quando você liga para...
Então, é como se fizesse duas pessoas, né?
Eu fico perto
da estante uns 10 metros,
em vez de uma pessoa pegar
o livro e levar na minha estante,
aí tem duas pessoas.
Passa uma, passa para outra.
É, seria mais ou menos isso mesmo.
Aí o registrador, só para você ter uma ideia,
ilustrar melhor o registrador.
Quando você, por exemplo,
alguém te liga e fala, só liga para fulano.
Aí você vai e fala,
qual que é o número?
Aí a pessoa fala, tá o número.
Aí você está armazendo o número e liga para a pessoa.
Quando está chamando a ligação,
você já esqueceu um, né?
Daí na hora.
Então, quer dizer que seu registrador
está estragado, que você não consegue
armazenar nem por um pouco tempo.
Mas o registrador do nosso cérebro
é bastante parecido
com o registrador do computador.
Você armazena
por uma quantidade de tempo muito pequena,
porém essa memória é muito rápida.
Você está lembrando de todo o tempo que o número é aquele.
Você lembra na hora,
mas também você esquece rapidamente.
É assim que funciona o registrador.
Então, quer dizer que os peixes são até registrados.
Só não tem um cérebro de memórias.
Dizem que o peixe esquece na mesma hora, né?
Então,
e agora...
Você é piada.
Agora, a unidade de controle.
A unidade de controle é você
no exemplo
do escritório.
Porque você mandou o estagiário lá
pegar o livro, você mandou
você manda
pegar as coisas na memória
na mesa e tal.
Então, você está mandando, cada um fazer uma coisa
e tal, faz isso, faz aquilo.
Ou seja, você está controlando a sequência de execuções.
E é a mesma coisa.
A unidade de controle, ela faz no processador.
Ela controla a sequência de execuções.
Então, é isso que é a função.
Por exemplo, para como se fosse uma pessoa do meio, né?
Até chegar no mim.
Ele vira e fica sublimitar, certo?
Não, ele é você mesmo.
Ele controla, por exemplo.
Chega uma instrução
no processador.
Aí você faz...
Não, esse...
Por exemplo, esse livro que eu não vou ler ele agora,
eu vou ler... eu preciso ler o outro.
Não, agora eu preciso pegar tal livro.
Não, agora eu tenho que voltar naquele livro.
Não, agora eu preciso fazer aquilo.
Não, agora eu não posso ler o livro nenhum.
Agora eu tenho que fazer uns pontos.
Não, agora eu vou anotar.
Então, você está controlando a sequência
o básico da arquitetura de convívio.
E o processador
é a parte que fica CPUs, registradores
a unidade de controle
e a unidade lógica.
É lítimética e é o cérebro do computador.
Aí você lembra do estagiário?
Ou seja, eu fui estagiar no bom tempo.
Então, esse estagiário...
Tem outro estagiário.